13 de novembro de 2015

Heqet

۞ ADM Sleipnir



Heqet (Heqat, Heket, Hekt, Hegit, Heget) é uma deusa egípcia associada ao parto e a fertilidade, sendo considerada também uma deusa da água. O significado de seu nome não é certo, mas possivelmente derivado da palavra heqa, que significa "príncipe" ou "cetro". Heqet era particularmente associada com as fases posteriores do trabalho de parto. Era considerada a padroeira das parteiras que, compreensivelmente, eram apelidadas de "Servas de Heqet". Heqet dividia o seu espaço com Bes e Tauweret, que também eram considerados deuses do parto.

No Egito, as mulheres grávidas costumavam usar amuletos e escaravelhos representando Heqet afim de garantir a sua proteção durante o parto, e durante o decorrer do Império Médio (c. 2040 a 1640 a.C.), facas rituais de marfim e crótalos (um tipo de instrumento musical popular de percussão) apresentando a imagem ou o nome da deusa passaram a ser utilizados como amuletos.

Heqet também era associada com a ressurreição dos mortos. Nos Textos das Pirâmides, ela é um dos deuses que participam do renascimento do deus sol Ra todas as manhãs. Ela também ajudou Ísis a trazer Osíris de volta para a vida. Como Isis, ela foi chamada Grande da Magia e tinha o poder de restaurar a vida dos mortos ao tocá-los com o seu ankh.



Representações

Heqet era descrita como um sapo, como uma mulher com a cabeça de um sapo, ou mais raramente, como um sapo na ponta de um falo, indicando explicitamente a sua associação com a fertilidade. Para os egípcios, o sapo era um símbolo de vida e fertilidade, já que milhões deles nasciam após a inundação anual do Nilo, que trazia fertilidade para as terras outrora estéreis. 

Relações com outros deuses

De acordo com uma tradição, Heqet era a esposa de Khnum, o deus criador de Abu (Elefantina). Khnum criava cada ser humano em sua roda de oleiro, enquanto Heqet soprava o folego da vida sobre eles antes de serem colocados no útero de suas mães. Heqet e Khnum são retratados na Colunata do Nascimento de Hatshepsut em seu templo mortuário em Deir el Bahri. De acordo com outra tradição, ela era a esposa do deus do infinito, Heh, que por sua vez assumia os atributos de Khnum.

Ás vezes, Heqet era vista como uma forma da deusa Hathor e, consequentemente, mãe de Hórus, o Antigo. Ela também era associada a Nekhebet, a deusa-abutre do Alto Egito.

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Um comentário:

  1. Interessante que em Êxodo, capítulo OITO, uma das pragas enviadas por YAHWEH, o SUPREMO DEUS TODO-PODEROSO, o VERDADEIRO CRIADOR, atinge o CULTO a HEQET, a PRAGA das rãs... E, em Apocalipse DEZESSEIS (versos treze e quatorze), uma das TAÇAS da IRA de YAHWEH (a sexta), nos ÚLTIMOS TEMPOS, resulta no APARECIMENTO de TRÊS ESPÍRITOS IMUNDOS SEMELHANTES a RÃS que SAEM das BOCAS do DRAGÃO, da BESTA e do FALSO PROFETA, PODERES ESTES que CONGREGAM os REIS do MUNDO para a BATALHA do ARMAGEDOM... • Existe uma evidente relação entre ambos os eventos, uma vez que a IDOLATRIA SEMPRE DESAFIOU a VERDADEIRA ADORAÇÃO e, a ÚLTIMA BATALHA entre a VERDADE e o ERRO, a LUZ e as TREVAS envolve o CONFRONTO entre a VERDADEIRA e a FALSA ADORAÇÃO, dentro da VISÃO de JOÃO no APOCALIPSE.

    Fica o meu parabéns ao autor deste blog por disponibilizar valiosa informação

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