27 de janeiro de 2015

Ziz

۞ ADM Sleipnir



Ziz (em hebraico: זיז) é um gigantesca ave presente na mitologia judaica. De acordo com a lenda, Ziz é uma ave enorme, ao ponto de sua cabeça atingir os céus enquanto seus tornozelos tocam o chão. A envergadura de suas asas é igualmente grande, e dizia-se que tinha a distância entre a Terra e Céu, além de bloquear completamente o sol. A batida de suas asas enormes são capazes de mudar a direção dos ventos.

Ziz também é conhecido como Renainn por causa de sua voz musical e celeste. Por conta de sua relação com as regiões celestiais , ele também é chamado Seqwi ("o vidente") e , além disso, ele é chamado de "filho do ninho", porque ele cria pássaros e aves sem colocar ovos, e os mesmos rompem as casca dos ovos sem serem chocados.

Ziz forma uma tríade com os monstros judaicos Leviatã (mar) e Behemoth (terra), sendo Ziz o representante do ar. Os três são figuras tradicionais de decoração no artesanato judaico. De acordo com algumas lendas, ele está destinado a ser servido como prato principal no banquete messiânico, juntamente com o Behemoth e Leviatã. Alguns autores comparam Ziz com o sumério Anzu e também com o persa Simurgh.

Embora não se tenha um relato mais preciso na Bíblia sobre o Ziz, ele é mencionado em 2 Crônicas 20:16 : "Amanhã descereis contra eles; eis que sobem pela ladeira de Ziz, e os achareis no fim do vale, diante do deserto de Jeruel.

Curiosamente, existiu uma espécie de condor que atingia até 8 metros de envergadura, sendo a maior ave do mundo e presente em diversas lendas de vários povos, conhecido cientificamente como Teratornis. Esse provavelmente era o pássaro que inspirou a lenda de Ziz.

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26 de janeiro de 2015

A Espada de Goujian

۞ ADM Sleipnir



A Espada de Goujian (越王勾踐劍) é um artefato arqueológico do período da Primavera e Outono (771 a 403 a.C.) encontrada em 1965, em Jiangling, província de Hubei, na China. Considerada um tesouro nacional, a espada é tão lendária para o povo chinês quanto a espada do Rei Artur é no Ocidente. Apesar de ter permanecido enterrada por mais de 2.000 anos, a espada manteve suas qualidades de corte intactas, além de não possuir nenhum sinal de ferrugem. 

Descoberta

De acordo com Weisi Tan, líder da equipe de arqueologia responsável pela escavação, a espada foi encontrada em uma tumba do Período dos Reinos Combatentes (770-467 a.C.). A equipe encontrou uma caixa de madeira preta, no lado esquerdo do esqueleto, que abrigava uma espada de bronze com a bainha. Todos ficaram chocados quando um dos arqueólogos finalmente tirou a espada, que era extraordinariamente bela e brilhante. Quando um dos membros da equipe tentou tocar a lâmina, seus dedos começaram a sangrar imediatamente após o contato.

Características da espada

A espada mede 55,7 centímetros de comprimento com uma lâmina de 4,6 centímetros de largura e 8,4 centímetros de comprimento da empunhadura. Cada lado da lâmina é decorada com turquesas. Ela contém algumas gravuras em baixo elevo e 11 círculos concêntricos situados a apenas 0,2 milímetros além da ponta do cabo. Na lâmina perto do punho, há oito caracteres antigos (tipo "selo") que se traduzem em: "Esta espada pertence à Goujian, o Rei do Estado de Yue".

Quem foi Goujian?



Goujian foi um imperador famoso na história chinesa que reinou sobre o Estado de Yue durante o Período da Primavera e Outono (770-476 a.C.). Apesar de seu reino ter sido derrotado pelo Estado de Wu, Goujian liderou seu exército para a vitória 10 anos depois. Sua história foi muito difundida na China e alguns dizem que a espada de Goujian foi a arma responsável pela restauração do estado derrotado.

Investigações  

Além de seu valor histórico, muitos estudiosos também se interessaram em saber a razão da espada não ter enferrujado, tendo estado em um ambiente úmido por mais de 2.000 anos, e também como as decorações delicadas foram esculpidas na espada.

A analise científica mostrou que a espada é principalmente uma liga de bronze composta por cobre, estanho e uma pequena quantidade de alumínio, ferro, níquel e enxofre, e o padrão em flor era provavelmente um resultado de sulfuração. A proporção de cobre e estanho também varia em diferentes partes da espada. O corpo principal da espada é composto por mais cobre, o que reforça a sua tenacidade; já suas bordas (fios cortantes) são mais ricas em estanho, o que torna a espada muito afiada.

Na década de 1990, outra pesquisa revelou uma proporção elevada de enxofre em torno do padrão de flores e sulfeto de cobre, que é à prova de ferrugem. Aos cientistas a lâmina da superfície também têm encontrado vestígios de um tratamento químico utilizado para prevenir a ferrugem.

Devido a sua riqueza de detalhes, a espada seria muito difícil de ser reproduzida nos dias de hoje, mesmo com toda a tecnologia ao nosso dispor, fazendo da espada de Goujian um exemplo da fenomenal habilidade metalúrgica da antiga China. 

Atualmente, a espada permanece em exposição no Museu Provincial de Hubei.



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23 de janeiro de 2015

Satet

۞ ADM Sleipnir


Satet (também conhecida como Setet, Sathit, Satit, Sati, Setis ou Satis) era uma deusa arqueira egípcia, associada à guerra, a caça e as plantações. Ela também é uma das divindades associadas a inundação do rio Nilo, e por conta disso também é considerada uma deusa da fertilidade.

Seu nome vem do verbo "sentar" (para atirar, para ejetar, a derramar, para jogar), muitas vezes traduzido como "Aquela que Atira (flechas)" em relação ao seu aspecto como uma deusa da caça, ou "Aquela que Derrama", com referência ao seu papel na inundação e sua tutela sobre as cataratas do Nilo. 

Características


Satet é geralmente retratada como um antílope ou gazela, ou mais comumente uma mulher vestindo a coroa branca do Alto Egito (Hedjet), decorada com plumas de avestruz (Coroa Atef) ou com chifres de antílope/gazela. Outras ilustrações mostram-la com a Coroa Vermelha do Alto Egito ou uma longa peruca. Ocasionalmente, Satet empunha um arco e flechas, mas geralmente estes são substituídos por um cetro e um ankh (símbolo da vida).


Atributos

Satet era uma deusa guerreira, considerada a guardiã da fronteira sul do antigo Egito e acreditava-se que ela atirava suas setas contra qualquer um que tentasse passar por lá. Nos Textos das Pirâmides, Satet é relacionada com a guerra e a ilha de Elefantina, cumprindo uma função associada à purificação dos mortos.

Seu papel mais importante era como uma das divindades da inundação, sendo uma das divindades responsáveis pela enchente anual do Nilo. De acordo com o mito, durante a "Noite da Lágrima", a deusa Ísis derramava uma única lágrima, que era capturada por Satet e então despejada sobre o Nilo, causando a sua inundação. 

Relações com outros deuses

Como muitas outras deusas, acreditava-se que Satet fosse uma das filhas de Ra e foi por vezes considerada a consorte de Montu (o deus da guerra de Tebas). Durante o Império Novo, ela passou a ser considerada consorte de Khnum e mãe ou irmã de Anuket, e juntos formavam a tríade de Abu (Elefantina). Na cidade de Esna, Satet formava uma tríade com Khnum e NeithComo Khnum era associado à Osíris, e Anuket associada à Néftis, Satet tornou-se associada à Ísis. Ela também era associada com Hathor, como deusa da fertilidade humana e do amor.

Culto

Satet foi uma deusa popular no Alto Egito, sendo adorada em particular na ilha de Sehel, localizada ao sul de Assuão e de Elefantina. Alguns artefatos encontrados em Saqqara sugerem que Satet também foi uma deusa popular no Baixo Egito desde tempos antigos. Ela permaneceu popular através da história egípcia e seu templo em Elefantina foi um dos principais santuários do Egito. 

Tríade Elefantina, por Sandro ''Sanio'' Perovich
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22 de janeiro de 2015

Anteu

۞ ADM Sleipnir

Hercules luta contra Anteu (1634), de Francisco de Zurbarán
Anteu era um gigante presente nas mitologias grega e berbere. Ele era filho de Poseidon e Gaia e marido de Tinjis, possivelmente uma divindade dos povos berberes. Anteu vivia na Líbia, e lá estava sempre desafiando a todos os homens que via para um combate corpo-a-corpo, os quais ele sempre vencia. Anteu era extremamente forte enquanto estava em contato com a terra (Gaia), e ficaria extremamente fraco se fosse levantado ao ar. Sendo um gigante, era impossível para um humano comum conseguir realizar tal proeza. Anteu matava todos aqueles que derrotava, e usava os seus esqueletos para edificar um templo em honra de seu pai Poseidon.

Durante a execução de um de seus trabalhos, Héracles passou pela Líbia e acabou encontrando Anteu. Os dois entraram num combate corpo-a-corpo, mas nem Héracles conseguia derrotar Anteu, e nem Anteu conseguia esmagar o crânio de Héracles. Eventualmente Héracles descobre que Anteu retira suas forças do chão, e para derrotá-lo, ele levanta Anteu do chão e o mantém suspenso no ar. Desprovido de toda sua força, Anteu acaba sendo morto por Héracles. Sua esposa Tinjis é desposada por Héracles, e deste união nasceu Sufax (ou Sophax), que se tornou rei do país e fundou uma cidade com o nome da mãe, Tinjis, a atual Tânger. Sufax foi o pai de Diodoro, que submeteu os líbios, por ter um exército de gregos de Olbia e Micenas, estabelecidos na região por Héracles.


Hércules e Anteu (1695), de Gaudenzio Ferrari
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21 de janeiro de 2015

Oxum

۞ ADM Sleipnir



Oxum (ou Oxun, Oshun, Osun, Oshoun, Ochun, Oloxum) é um orixá da religião iorubá e do cadomblé, governante das águas doces (o oposto de Iemanjá, divindade das águas salgadas) e associada ao amor, riqueza, prosperidade, fertilidade e beleza. Oxum também é a deusa do rio de mesmo nome, localizado na Nigéria, e ela é especialmente adorada em rio-cidades. Durante sua festa anual, ela escolhe uma ou mais mulheres dançarinas para "baixar" sobre. Essas mulheres, em seguida, recebem novos nomes em homenagem a Oxum e são posteriormente consultadas como curandeiras.

Como um orixá do amor, Oxum é caracterizada como uma mulher bela, charmosa e provocante. Geralmente é representada como uma bela mulher negra, vestido roupas e jóias douradas, além de trazer um espelho em uma das mãos. Em alguns contos, ela é descrita como tendo uma cauda de peixe, como uma sereia.



Oxum foi a segunda mulher de Xangô, mas viveu também com Ogum, Exu, Orunmilá e Oxóssi, de acordo com vários mitos.

Com a diáspora africana, a figura de Oxum foi trazida para as Américas, e adotada pelos panteões que se ramificaram das tradições africanas, como o candonblé brasileiro e a Santeria cubana. No Vodu haitiano, ela é sincretizada com Erzulie ou Ezili, também uma divindade da água e do amor. Nas religiões afro-brasileiras é sincretizada com diversas Nossas Senhoras. Na Bahia, ela é tida como Nossa Senhora das Candeias ou Nossa Senhora dos Prazeres. No Sul do Brasil, é muitas vezes sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, enquanto no Centro-Oeste e Sudeste é associada ora à denominação de Nossa Senhora, ora com Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Oxum, assim como os outros Orixás, possui um número associado a ela (5); uma cor (amarelo); e um metal (ouro ou bronze). O pavão e o abutre são animais sagrados para ela. Oferendas à Oxum incluem coisas doces como mel, hidromel, vinho branco, laranjas, doces, ou abóboras, bem como perfume.

Alguns mitos envolvendo Oxum

Oxum é concebida por Iemanjá e Orunmilá 

Um dia Orunmilá saiu de seu palácio para dar um passeio acompanhado de todo seu séquito. Em certo ponto deparou com outro cortejo, do qual a figura principal era uma mulher muito bonita. Orunmilá ficou impressionado cm tanta beleza e mandou Exu, seu mensageiro, averiguar quer era ela. Exu apresentou-se ante a mulher com todas as reverências e falou que seu senhor, Orunmilá, gostaria de saber seu nome. Ela disse que era Iemanjá, rainha das águas e esposa de Oxalá. Exu voltou à presença de Orunmilá e relatou tudo o que soubera da identidade da mulher. Orunmilá, então, mandou convidá-la ao seu palácio, dizendo que desejava conhecê-la. Iemanjá não atendeu o seu convite de imediato, mas um dia foi visitar Orunmilá.

Ninguém sabe ao certo o que se passou no palácio, mas o fato é que Iemanjá ficou grávida depois da visita a Orunmilá. Iemanjá deu a luz a uma linda menina. Como Iemanjá já tivera muitos filhos com seu marido, Orunmilá enviou Exu para comprovar se a criança era mesmo filha dele. Ele devia procurar sinais no corpo. Se a menina apresentasse alguma marca, mancha ou caroço na cabeça seria filha de Orunmilá e deveria ser levada para viver com ele. Assim foi atestado, pelas marcas de nascença, que a criança mais nova de Iemanjá era de Orunmilá. Foi criada pelo pai, que satisfazia todos os seus caprichos. Por isso cresceu cheia de vontades e vaidades, o nome dessa filha é Oxum.



A astúcia de Oxum

Houve um tempo em que os orixás masculinos se reuniam para discutir sobre a vida dos mortais e não deixavam as deusas participarem das decisões. Aborrecida com isso, Oxum fez com que as mulheres ficassem estéreis e então tudo deu errado na terra. Os orixás foram consultar Olorum e ele explicou que sem a presença de Oxum com seu poder sobre a maternidade, nada poderia dar certo. Os orixás, então, convidaram Oxum para participar das reuniões: as mulheres voltaram a ser fecundas e todos os projetos dos orixás tiveram bom resultado.

Oxum obtém o dom de adivinhação

Oxum queria saber o segredo do jogo de búzios que pertencia a Exu e este não queria lhe revelar. Ela então procurou na floresta as Iyami Oshorongá, as perigosas feiticeiras africanas, e lhes perguntou como enganar a Exu e conseguir o segredo do jogo de búzios. As feiticeiras, querendo pregar uma peça a Exu, ensinaram toda a sorte de magias a Oxum, mas exigiram que ela lhes fizesse uma oferenda a cada feitiço realizado. Oxum concordou e foi procurar Exu. Este, desconfiado, perguntou-lhe o que queria por ali, que ela deveria embora e que ele não a ensinaria nada. Ela então o desafia a descobrir o que tem entre os dedos. Exu se abaixa para ver melhor e ela sopra sobre seus olhos um pó mágico que ao cair nos olhos de Exu o cega e arde muito. Exu gritava de dor e dizia; "Eu não enxergo nada, cadê meus búzios?" Oxum fingindo preocupação, respondia: "Búzios? Quantos são eles?" "Dezesseis", respondeu Exu, esfregando os olhos. "Ah! Achei um, é grande!" "É Okanran, me dê ele". "Achei outro, é menorzinho!" "É Eta-Ogundá, passa pra cá..." E assim foi até que ela soube todos os segredos do jogo de búzios, Ifá, o Orixá da adivinhação, pela coragem e inteligência da Oxum, resolveu dividir o poder do jogo entre ela e Exu.



Oxum e Oxóssi


Sempre que Oxóssi ia caçar ele parava na beira do rio para se refrescar, e todas as vezes que ele o fazia, Oxum o via e admirava a sua beleza. Apesar disso, Oxóssi não se interessava por Oxum, pois gostava somente das mulheres das matas. Oxum então pergunta a Exú como ela poderia fazer Oxóssi se apaixonar por ela. Exu diz a Oxum que ela deveria tomar um banho de mel e jogar folhas sobre o seu corpo, e que isso certamente iria atrair Oxóssi. No dia seguinte, Oxum fez como Exú havia lhe dito, e quando Oxóssi se aproximou da beira do rio, avistou o que pensava ser uma linda mulher das matas. Oxóssi se encantou com a bela mulher e então se envolveram. Sua relação durou por muito tempo, mas um dia Oxóssi acabou descobrindo a farsa de Oxum, e então a deixou. Quando Oxum viu Oxóssi indo embora, gritou dizendo que estava grávida, e isso o deixou muito feliz, porém não foi o suficiente para fazê-lo voltar para ela. Seu filho, chamado Logun Edé, tornou-se o príncipe dos orixás, a união das matas com os rios. Ele vivia 6 meses com o pai nas florestas e 6 meses com Oxum nos rios.

Oxum se torna esposa de Xangô

Apesar do seu amor por Oxossi, numa das longas ausências deste, Oxum foi seduzida pela beleza, pelos presentes (Oxum adora presentes) e pelo poder de Xangô, irmão de Oxossi, rompendo sua união com o deus da floresta e da caça. Como Xangô não aceitou Logun-Edé em seu palácio, Oxum abandonou seu filho, usando como pretexto a curiosidade do menino, que um dia foi vê-la banhar-se no rio. Oxum pretendia abandoná-lo sozinho na floresta, mas o menino se escondeu sob a saia de Iansã, a deusa dos raios, que estava por perto. Oxum deu então seu filho a Iansã e partiu com Xangô tornando-se, a partir de então, sua esposa predileta e companheira cotidiana.



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20 de janeiro de 2015

Shellycoat

۞ ADM Sleipnir



O Shellycoat ("coberto de conchas") é uma espécie de bogeyman escocês que assombra os rios e córregos. É uma criatura solitária e brincalhona, cuja principal diversão é enganar andarilhos, geralmente fingindo que estão se afogando ou fazendo com que os mesmos se percam. Apesar disso, os Shellycoat são criaturas relativamente inofensivas.

Shellycoats geralmente tem a pele verde pálida, cabelos negros e finos, braços e dedos longos e um nariz grande e achatado. São cobertos da cabeça aos pés com pequenas conchas de todos os tipos, que fazem barulho conforme eles andam, denunciando sua presença.

Eles normalmente se vestem de modo a cobrir a maior parte de seu corpo, usualmente mostrando apenas o rosto e as mãos. O corpo de um shellycoat está sempre úmido e pegajoso, e muitas vezes cheira à água estagnada.


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Ruby