8 de junho de 2015

Gullinbursti

۞ ADM Sleipnir



Gullinbursti (também conhecido como Slíðrugtanni) é na mitologia nórdica um javali gigante de ouro pertencente ao deus Frey. Seu nome significa "Cerdas Douradas", relacionado com os seus pelos feitos de fios de ouro, que brilhavam como o sol e fazia com que plantas crescessem por onde quer que passava. Com a sua presas, Gullinbursti limpava a terra, ensinando assim aos homens como ará-la. Conta-se que ele era mais rápido do que qualquer cavalo, podendo ainda caminhar pelo céu e pelo mar.

Gullinbursti foi um dos itens criados pelos irmãos anões Brokk e Eitri, após um desafio feito pelo astuto Loki. 

O Desafio de Loki

Em uma de suas "brincadeiras", Loki cortou todo o cabelo da deusa Sif enquanto a mesma dormia. Ao acordar, Sif ficou tão abalada com o seu visual que se isolou em seu quarto, e tomando as dores de sua esposa, Thor capturou Loki e começou a quebrar osso por osso, até que o mesmo prometeu restituir os cabelos de Sif. Loki então buscou o auxílio de um grupo de anões conhecidos como Filhos de Ivaldi, que criaram não só novos cabelos, estes feitos com fios de ouro, mas criaram também o navio mágico de Frey, Skidbladnir, e também Gungnir, a lança de Odin.


Aproveitando-se do orgulho dos anões, Loki provocou os irmãos Brokk e Eitri, dizendo-lhes que eles não eram capazes de criar itens tão belos ou úteis quanto aqueles criados pelos filhos de Ivaldi. Além disso, apostou com os dois sua própria cabeça, caso eles conseguissem fazê-lo.

Furiosos, Brokk e Eitri aceitaram o desafio de Loki, e se puseram a trabalhar na forja, certos de que podiam vencê-lo. Loki permaneceu com os anões observando seu trabalho, vez ou outra tentando atrapalha-lhos para que não pudessem se concentrar. Logo, Loki perceberia que havia cometido um erro grave ao apostar a própria cabeça. Brokk e Eitri terminaram o seu trabalho, e no fim criaram mais três presentes para os deuses: o anel mágico Draupnir , o martelo de Thor, Mjollnir, além de Gullimbursti.


Os irmãos anões convocaram os deuses para decidirem quais presentes eram os melhores, e após compararem, os deuses declararam que Brokk e Eitri haviam criado os melhores presentes, saindo vencedores da aposta com Loki. O deus trapaceiro tratou de desaparecer imediatamente, mas logo foi localizado e entregue aos irmãos anões, para que pagasse a aposta. Utilzando sua astucia mais uma vez, Loki concordou que Brokk e Eitri tinham o direito de ter sua cabeça, mas a aposta não havia dito nada sobre seu pescoço. Frustrados com esta "lógica", os anões se contentaram em costurar os lábios de Loki, para que ele nunca mais usasse sua boca para proferir enganos.

Gullinbursti na cultura popular

Gullinbursti foi recentemente utilizado no anime Saint Seiya Soul of Gold, representando a armadura usada pelo guerreiro deus Frodi, que por sinal tem como o próprio nome uma variação do nome do deus Frey.




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5 de junho de 2015

Barong

۞ ADM Sleipnir



Barong é um personagem pertencente a mitologia pré-hindu da ilha de Bali, na Indonésia. Ele é venerado como o rei dos espíritos e líder das forças do bem, além de protetor mágico das aldeias balinesas. Barong é o inimigo de Rangda, a rainha demônio e mãe de todos os espíritos malignos segundo as tradições mitológicas de Bali. A batalha entre Barong e Rangda é destaque nas tradicionais danças balinesas, representando a eterna batalha entre o bem e o mal. 


Iconografia

Barong é geralmente retratado como uma espécie de leão com a face vermelha e duas presas curvadas para baixo. Seu corpo é coberto de pelos brancos e espessos, e adornado com jóias douradas e pequenos pedaços de espelhos. Ele também é muitas vezes retratado acompanhado por dois macacos. Apesar desta forma leonina (chamada de Barong Ket) ser a mais famosa, existem ainda outras 4 formas, e cada uma delas protege uma região diferente da ilha. Suas outras formas são:

  • Barong Landung: forma de gigante;
  • Barong Celeng: forma de javali;
  • Barong Macan: forma de tigre;
  • Barong Naga: forma de dragão ou serpente.
Mitologia

A lenda mais famosa envolvendo Barong e Rangda é a seguinte: Rangda foi banida de Bali por Udayana, seu marido, devido a pratica de magia negra. Após a morte de Udayana, ela retornou a ilha (agora sob o reinado de seu filho, Airlangga) e invocou todos os espíritos maléficos da floresta, demônios e monstros para devastarem a mesma. Os soldados de Airlangga tentavam conter o ataque, mas as forças inimigas eram imensamente poderosas, então ele pediu ajuda a Barong, que logo veio para o combate. 

Temendo que a chegada de Barong desse vantagem aos soldados de Airlangga, Ranga lançou um poderoso feitiço sobre os mesmos, fazendo com que eles tentassem se suicidar apunhalando-se com os seus próprios keris (uma espécie de punhal). Para deter tal feitiço, Barong lançou um contra feitiço sobre os soldados, fazendo com que eles se tornassem imunes a qualquer dano causado por armas. Após um longo combate, Rangda e suas forças fugiram, e assim a ilha foi salva.


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4 de junho de 2015

Melusina

۞ ADM Sleipnir



Melusina (também Melusine ou Mélisande) é uma personagem originária do folclore da França medieval. Ela é geralmente descrita como semelhante a uma sereia ou nixie, tendo a parte superior do corpo de uma bela jovem e a metade inferior do corpo de uma serpente. As vezes ela é representada com asas de dragão em suas costas, e na heráldica francesa e britânica, ela é freqüentemente representada como uma sereia de cauda dupla. Sua lenda  já era bem conhecida na França quando foi compilada pelo poeta Jean d'Aras entre 1382-1394, numa coletânea de "histórias inventadas" pelas damas enquanto teciam.

Lenda

Melusina era filha de uma fada das fontes chamada Pressina e de um rei mortal, Elinus da Albânia. Quando os dois se casaram,Pressina exigiu de Elinus que ele não a visse no momento do parto, mas ele quebrou a promessa. A esposa e suas três filhas, Melusina, Melior e Platina, o abandonaram e retornaram à corte das fadas. Quando essas filhas assumiram seus plenos poderes sobrenaturais, vingaram-se do pai prendendo-o para sempre em uma caverna da Nortúmbria (norte da Inglaterra). Ao descobrir o que suas filhas haviam feito, Pressina amaldiçoou-as. Melusina acabou se transformando em uma serpente d'água da cintura aos pés, uma vez por semana. Jamais experimentaria o amor até que encontrasse alguém que concordasse em não vê-la nesse dia. Se essa promessa fosse quebrada, ela seria condenada a ficar para sempre nessa forma horrenda.

Anos depois, Melusina veio a se tornar a rainha das fadas da floresta de Colombiers, na região francesa de Poitou. Um dia, ela e dois de seus súditos estavam guardando a sua fonte sagrada, quando um jovem, o Conde Raymond, saiu de dentro da floresta e os encontrou. Melusina passou a noite conversando com Raymond, e a madrugada, eles já haviam ficado noivos, mas com uma condição. Melusina fez Raymond prometer que ele nunca a veria em um sábado. Ele concordou, e eles se casaram.




Melusina trouxe a seu marido grande riqueza e prosperidade. Ela construiu a fortaleza de Lusignan tão rapidamente que parecia ser feito por magia. Com o tempo, Melusina construiu muitos castelos, fortalezas, igrejas, torres e vilas, cada um em uma única noite, em toda a região. Ela e Raymond tiveram dez filhos, mas cada uma delas possuía alguma deformação. O mais velho tinha um olho vermelho e um olho azul, o próximo tinha uma orelha maior do que a outra, outro tinha um pé de leão que cresce de sua bochecha, e outro tinha apenas um olho. O sexto filho era conhecido como Geoffrey-com-o-dente grande, devido ao seu enorme dente similar ao de um javali. Apesar das deformidades, as crianças eram fortes, talentosas e amadas por toda a terra. 

Um dia, o irmão de Raymond visitou-o e fez com que o mesmo ficasse desconfiado sobre as atividades secretas de sua esposa aos sábados. Assim, no sábado seguinte, Raymond decidiu espionar sua esposa durante o seu banho, através de uma fresta na porta. Ele ficou horrorizado ao ver que da cintura para baixo, seu corpo era o de uma serpente. 



Raymond não disse nada até o dia em que seu filho, Geoffrey-com-grande-dente, atacou um mosteiro e mataram cem monges, incluindo um de seus irmãos. Raymond acusou Melusina de contaminar sua linhagem com a sua monstruosa natureza, revelando dessa forma que ele havia quebrado a sua promessa com ela e a espiado.

Como resultado, Melusina se transformou em uma serpente alada com cerca de cinco metros de comprimento, circulou o castelo três vezes, chorando copiosamente, e depois voou para longe. Ela voltaria à noite para visitar seus filhos e depois desapareceria, também prestando visitas a todos os seus descendentes que estivessem perto da morte. Raymond nunca mais foi feliz. Dizia-se que a descendência de Melusina reinaria até o fim do mundo.


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3 de junho de 2015

Varaha

۞ ADM Sleipnir


Varaha (do sânscrito वाराह, "javali") é na mitologia hindu o terceiro avatar de Vishnu. Nessa manifestação, ele costuma ser representado de duas formas diferentes. Em uma, Varaha possui um corpo humano com a cabeça de javali e quatro braços, cada um segurando os atributos divinos de Vishnu. Na outra, Varaha é representado com um corpo totalmente de javali. Em ambas as representações, Varaha aparece saindo do meio do oceano e trazendo a consigo a Terra em seus chifres.


Mitologia

A lenda conta que Vishnu, na forma de Varaha, desceu ao fundo do oceano para resgatar o planeta Terra, que havia sido roubado e escondido lá por um demônio chamado Hiryanyaksha. Depois de uma grande luta, Varaha matou o demônio, resgatou a Terra e a trouxe de volta para a superfície e preparou ela para que pudesse sustentar a vida, modelando as montanhas e moldando os continentes. A libertação desse mundo do dilúvio do pecado é demonstrada na narrativa a seguir:

Dentre os descendentes de Daksha, o primeiro homem que Brahma criou no início dessa era, existia um em especial, Kashyap, um sábio, que teve quatro esposas, Diti, Aditi, Vinita e Kadru. Diti deu à luz os Asuras, e de Aditi nasceram os Devas, de Vinita nasceu Garuda, o pássaro veículo de Vishnu, e da última, Kadru, nasceram os Nagas. Dos Asuras nascidos de Diti, dois possuiam grande poder. Esses dois irmãos se chamavam Hiranyaksha e Hiranyakashyapu. Ambos praticaram práticas religiosas e austeridades, com isso seus poderes aumentavam cada vez mais.

Hiranyaksha, abastecido de um poder sem limites, atacou o Paraíso, o reino dos Devas. Ele atacou os Devas, que amedrontados tiveram que se esconder. Hiranyaksha desafiou Varuna, o Senhor do Oceano, para uma luta. Mas Varuna respondeu: "Ó grande herói, eu vivo como um ermitão. Eu não desejo lutar, além disso quem pode lutar com você! Somente um Deus pode fazer isso." Então Hiranyaksha, foi procurar Hari(Vishnu).

Nessa época, a Terra (pritvi, ou bhumidevi), encontrava-se submergida nas águas. Nessa época, das narinas de Parabrahma, um javali surgiu. Era bem pequeno de tamanho, quase de uma polegada. Mas com o passar do tempo ele cresceu, cresceu, até ficar enorme como uma montanha. A terra tinha caído e estado debaixo d'água. O porco levantou ela pelas presas. Ele agora estava subindo sobre a água para oferecer a Terra para Brahma.

Hiranyaksha viu esse javali do tamanho de uma montanha e ficou surpreso. Ainda em ilimitado orgulho, ele chorou: "Javali tolo, deixe a Terra onde ela está e vá embora! Sim, eu sei quem você é; você não é nada menos que Vishnu na forma de um javali. Eu vim quebrar sua cabeça!



Dizendo assim, ele parou o javali. A Terra tremeu pelo aparecimento feroz desse terrível demônio. Mas o javali, que era Varaha, não ligou para isso e prosseguiu carregando a Terra em rumo ao céu. Hiranyaksha perdeu a paciência e gritou: "Covarde! Você não tem vergonha?" Varaha escutou esses insultos e colocou a Terra de lado. Seus olhos ficaram vermelhos de raiva. Ele disse: "Essas palavras de orgulho, só te levarão às garras da morte!" "Bem, então, lute!" Disse Hiranyaksha. 

Uma briga terrível foi travada entre os dois. Os deuses testemunharam essa luta, que durou da manhã até o fim da tarde. Brahma estava muito ansioso que a luta acabasse antes de escurecer, pois queria que Varaha ganhasse, e ele sabia que na noite, os demônios ganham mais poder. Como se ele lêsse os pensamentos de Brahma, Varaha sorriu e mandou seu disco de energia ao redor de Hiranyaksha. Essa poderosa arma destruiu todas as armas de Hiranyaksha. Vendo todas suas armas destruídas pelo javali, a raiva de Hiranyaksha cresceu, e se apressou rugindo adiante com raiva, querendo esmagar Varaha nos seus braços. Então, o porco divino soprou forte na bochecha de Hiranyaksha. O sopro foi tão forte que Hiranyaksha morreu. Então a Terra foi salva e reposta em seu lugar.


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2 de junho de 2015

Klabautermann

۞ ADM Sleipnir


Klabautermann (também conhecido como Klaboutermannikin, Kalfater, ou Kluterman) é uma espécie de fada ou espírito originário do folclore alemão. Ele é um especialista em embarcações, que auxilia pescadores e marinheiros do Mar Báltico em suas tarefas, além de providenciar socorro quando os mesmos caem ao mar.

A aparência de um Klabautermann costuma variar de conto para conto. Normalmente ele é descrito como um pequeno ser com cerca de meio metro de altura, vestindo um casaco amarelo, um chapéu de lã e fumando um cachimbo. Ele também tem sido representado vestindo um casaco vermelho, calças largas de marinheiro e um chapéu redondo. Em raras ocasiões, o Klabautermann é descrito como um ser completamente nu. Independente da aparência que tenha, sua imagem é geralmente esculpida e anexada ao mastro do navio como um símbolo de boa sorte.



Apesar dos atributos positivos, existe um mal presságio relacionado com a sua presença em um navio. Nenhum membro de um navio abençoado por um Klabautermann é capaz de vê-lo. Ele só se torna-se visível para a tripulação de um navio quando o mesmo está condenado a naufragar. Mais recentemente, o Klabautermann passou a ser caracterizado como uma criatura maliciosa, que ao invés de ajudar a tripulação, prega todo tipo de brincadeiras maliciosas, além de danificar as embarcações. 

No mangá/anime One Piece, de Eichiro Oda, é mostrado que o Going Merry, o navio pirata de Luffy e seus amigos, possuía o seu próprio Klabautermann. Ele fixa o navio quando o mesmo já estava danificado demais para continuar a navegar, e aparece para Usopp, o atirador do bando, dizendo-lhe para não se preocupar porque o barco iria levar a todos um pouco mais. Mais tarde foi revelado que o navio não podia mais ser reparado.



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1 de junho de 2015

Uktena

۞ ADM Sleipnir



Uktena (pronuncia-se "ook-tay-nah", também escrito Uk'tena, Unktena, Ukatena, Uktin, Uhktena) é uma espécie de serpente/dragão presente na mitologia da tribo Cherokee. Ela é descrita como sendo tão grande quanto um tronco de árvore, possuindo chifres em sua cabeça e uma espécie de pedra brilhante e transparente em sua testa chamada Ulun'suti. Além disso, suas escamas possuem manchas que brilham como se fossem faíscas de fogo. 

O Ulun'suti


Poderosa e virtualmente imbatível, uma Uktena só pode ser ferida e/ou morta recebendo um golpe no Ulun'suti, pois este conserva a força vital e os poderes da mesma. Contam as lendas que aquele que obtiver esse diamante terá êxito em tudo na vida, porém não é uma tarefa nem um pouco fácil. Seu brilho é tão forte que cega aquele que olhar para ele. Além disso, seu brilho acaba atraindo aqueles que tentam obtê-la direto para a boca da Uktena, que os devora de imediato. É bem possível que o aventureiro que tenta obter a pedra sequer consiga chegar perto da mesma, pois o hálito de uma Uktena é venenoso, e acaba paralisando e matando seu inimigo à distância.


Eventualmente, podem surgir homens capazes de superar todas as dificuldades e finalmente obter uma Ulun'suti, porém manter a posse da pedra é igualmente difícil. A pedra tem o mau hábito de tentar fugir, então é necessário envolvê-la em couros e guardá-la em um lugar bem escuro e inacessível. E de vez em quando é necessário mudá-la de lugar, porque ela "descobre" a saída. O dono de uma Ulun'suti também deverá esfregá-la com sangue de animais regularmente e pelo menos uma vez por ano, deverá molhá-lo com o sangue de algum veado abatido ou outro animal de grande porte, ou ela perderá seus poderes. Quando o seu proprietário morrer, será preciso enterrar a pedra com ele, porque senão ela sairá à noite de onde está, brilhante feito uma estrela,  e buscará pelo túmulo de seu guardião durante sete anos, vagando pelos caminhos feito uma assombração.

Lenda

Os cherokees possuem várias lendas envolvendo Uktenas. Uma delas conta que há muito tempo atrás, o sol ficou com ciúmes de sua irmã, a lua, porque as pessoas da Terra sempre olhavam para ela com expressões bonitas por causa de sua luz suave. O sol também tinha uma filha, que vivia no meio do céu. Todos os dias, o sol parava para visitá-la. Zangado com os humanos porque eles faziam expressões feias (provavelmente por causa de sua luz forte), o sol começou a usar essa oportunidade (da parada para ver sua filha) para produzir tanto calor que as pessoas começaram a morrer de febre.

Em resposta, os humanos buscaram o auxílio dos “homens pequenos”, que na lenda cherokee representavam espíritos mágicos amigáveis que habitavam as florestas. Os homens pequenos decidiram que o sol tinha que morrer, então eles fizeram um homem se tornar uma serpente temível, chamada Uktena. Ela foi à casa da filha do sol, esperar por sua chegada. Mas enquanto aguardava, a filha do sol abriu a porta. Uktena a mordeu acidentalmente, matando-a e quando o sol chegou para ver sua filha, descobriu que ela estava morta e começou a chorar, inundando a Terra com suas lágrimas.


Desesperadas para agradar o sol e parar com seu choro, as pessoas da Terra fizeram uma tentativa de resgatar a filha solar morta da terra dos fantasmas, mas não conseguiram. Quando elas voltaram, o sol começou a chorar ainda mais. Para distraí-lo, as pessoas começaram a dançar e ouvir músicas até o sol tornar-se feliz novamente.



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Ruby