6 de agosto de 2015

Ciguapa

۞ ADM Sleipnir



A Ciguapa é uma espécie de criatura sobrenatural pertencente ao folclore da República Dominicana. Geralmente comparadas com as sereias gregas, Ciguapas são lindas e cruéis e estão sempre à espreita, prontas para atacar os incautos que se atrevam a entrar em seu território.

Ciguapas são geralmente descritas como mulheres de pele morena ou azul escuro, e olhos profundos e negros. Seus cabelos são lisos e brilhantes, e cobrem seu corpo nu como se fossem um vestido longo. Elas não são capazes de falar, e reproduzem apenas um ruído que em muito lembra o choro de uma criança. Em noites de lua cheia, elas deixam suas tocas (geralmente áreas arborizadas ou cavernas em meio as montanhas) para caçar e também para aprontar todo o tipo de travessura, como trançar crinas de cavalos e espantar rebanhos. 


Dizem que a beleza de uma Ciguapa é tão espetacular que qualquer homem que a ver irá segui-la para dentro da floresta, apesar de que seguir seus passos é uma tarefa muito difícil. A dificuldade se deve ao fato de os pés de uma Ciguapa serem virados para trás (assim como o Curupira), e assim suas pegadas sempre estão apontadas para a direção contrária a que elas foram. Se um homem conseguir alcançá-las, é porque na verdade elas o deixaram fazê-lo. Hipnotizada por sua beleza, a vítima é incapaz de ceder aos seus encantos e acaba se relacionando sexualmente com as Ciguapas durante toda uma noite, sendo morto por elas no dia seguinte.


Obrigado por sua visita! Se gostou da leitura, por favor deixe um comentário. Compartilhe nossas postagens nas redes sociais!

5 de agosto de 2015

Hachiman

۞ ADM Sleipnir


Na mitologia japonesa, Hachiman (八幡神, Hachiman-jin / Yahata no kami) é o deus do arco e flecha e dos guerreiros samurais. Embora muitas vezes seja considerado um deus da guerra, Hachiman é mais corretamente definido como o deus protetor dos guerreiros. Ele também é o protetor divino do Japão e do povo japonês, sendo responsável por manter a paz, a prosperidade e a felicidade de seus habitantes. Desde os tempos antigos, Hachiman era adorado pelos camponeses como o deus da agricultura e também pelos pescadores, que rezavam para ele na esperança de ter uma pesca frutífera.

Hachiman significa "Deus das Oito Bandeiras", uma referência as oito bandeiras celestes que marcaram o nascimento do divino Imperador Ōjin, filho da imperatriz Jingo nascido no séc III, com quem ele é fortemente identificado. Durante o séc VII d.c., Hachiman passou a ser associado ao panteão budista como o grande bodhisattva Daibosatsu.

Um dos símbolos de Hachiman é a pomba, que também é considerada sua mensageira. Outro símbolo é o tomoe uma forma japonesa abstrata descrita como um redemoinho que se assemelha a uma vírgula ou a forma usual de um magatama, um símbolo utilizado pelos samurais.

A popularidade de Hachiman é tamanha que, atualmente, existem 25 mil templos xintoístas no Japão dedicados a ele, perdendo em número de templos somente para o deus Inari Ōkami. O santuário localizado em Usa, Província de Oita, é o mais importante de todos. Além disso,  muitas cidades, vilas e aldeias japonesas possuem nomes com referências diretas a Hachiman.



Obrigado por sua visita! Se gostou da leitura, por favor deixe um comentário. Compartilhe nossas postagens nas redes sociais!

4 de agosto de 2015

Belona

۞ ADM Sleipnir

Belona, arte do MOBA "Smite" 
Belona (derivado do latim bellum "guerra", também chamada Bellona e Duelona) é uma antiga deusa de origem etrusca/sabina, e cultuada pelos romanos como a deusa da fúria da guerra e das batalhas (provavelmente a deusa da guerra original dos romanos), antecedendo o sincretismo com a cultura grega, onde é associada a deusa Ênio. Ela era considerada por diversos autores como irmã, esposa ou filha de MarteEla o acompanhava em suas batalhas, e era responsável por conduzir os seus cavalos, os quais ela excitava com a ponta de sua lança. Ela também incentivava os guerreiros, guiando-os a vitória. Durante os primeiros anos da República Romana, Belona foi reconhecida como uma poderosa divindade, sendo implacável contra seus inimigos. 


Nas artes, Belona é geralmente retratada com um capacete na cabeça, vestindo uma couraça ou armadura e empunhando uma espada, lança, escudo, ou outras armas. Alguns historiadores e poetas romanos a descreveram como tendo serpentes no lugar de cabelo, e carregando um chicote sangrento numa mão e uma lança na outra. Em bustos heráldicos, Belona costumava ser representada como uma deusa alada ostentando um capacete ou coroa.



Festivais em honra de Belona eram celebrados nos dias 24 de Março (Dies Sanguinis, "Dia do Sangue") e 3 de Junho (Balonárias). Os sacerdotes de seu culto eram chamados de belonários, e eram conhecidos por oferecerem o seu sangue à deusa e profetizar as conquistas e derrotas romanas.

Todas as sessões do senado relacionadas à guerra estrangeira eram conduzidas em seu templo, o Templo de Belona, que era localizado no monte Capitolino, fora do pomério, o antigo muro sagrado de Roma. Quando o Estado romano entrava em guerra, era atirada uma lança em direção a uma coluna, chamada de "coluna de guerra" que se encontrava no recinto exterior do templo.

Belona, arte do MOBA "Smite"

Obrigado por sua visita! Se gostou da leitura, por favor deixe um comentário. Compartilhe nossas postagens nas redes sociais!

31 de julho de 2015

Métis

۞ ADM Sleipnir


Na mitologia grega, Métis (do grego Μῆτις, "habilidades", equivalente a deusa romana Prudênciaera uma das titânides, cultuada como deusa da saúde, proteção, astúcia, prudência e virtudes. Filha dos titãs Oceano e Tétis, Métis foi a primeira esposa de Zeus e sua conselheira durante a Titanomaquia, elaborando o plano que forçou Cronos a regurgitar seus filhos. 

Métis veio a engravidar de Zeus, e este recebeu de Gaia uma profecia que dizia que um de seus filhos com Métis iria destroná-lo no futuro, assim como ele havia feito com Cronos. Temendo que a profecia viesse a se cumprir, Zeus decidiu dar um fim em sua esposa. Propondo-lhe uma brincadeira, Zeus sugeriu a Métis que se transformar-se em uma mosca. Sem perceber as intenções de Zeus, ela voou e pousou em suas mãos. Imediatamente, ele a aprisionou e a engoliu, incorporando a si os atributos da deusa.

Um tempo após ter engolido Métis, a cabeça de Zeus passou a crescer a cada dia. Não suportando as dores, Zeus pediu a seu filho Hefesto que o libertasse. Hefesto usou um machado para abrir a cabeça de Zeus, de onde saltou Atena, a deusa estrategista da guerra e da sabedoria, já adulta e armada com sua lança.



fontes: 
http://eventosmitologiagrega.blogspot.com.br/
http://pt.fantasia.wikia.com/

Obrigado por sua visita! Se gostou da leitura, por favor deixe um comentário. Compartilhe nossas postagens nas redes sociais!

30 de julho de 2015

Ninlil

۞ ADM Sleipnir


Ninlil ("Senhora do Ar", também conhecida como Mulliltu, Mullissu, Mylitta) é a deusa suméria do ar, conhecida principalmente por ser a consorte do deus Enlil, com quem compartilha muitas características (como por exemplo, suas características como deus criador, pai dos deuses, chefe do panteão, doador da vida, entre outras). Ela é geralmente tida como filha dos deuses Haia (deus dos escribas) e Nunbarsegunu/Nisaba (deusa da cevada). Outras fontes dizem que ela é filha de Anu/An e Antu/Ki. Outras fontes ainda afirmam que ela é filha de Anu/An e Nammu. Ninlil foi sincretizada com muitas divindades, dentre as quais destaca-se Ishtar, deusa do amor e da guerra.

Muito pouco se sabe sobre sua iconografia. Suas representações são geralmente confundidas com as de Ishtar. Astronomicamente, Ninlil é identificada com as constelações da Ursa Maior e Lyra.

Ninlil e Enlil

Quando Enlil ainda era um deus jovem, acabou se apaixonado por Ninlil, porém acabou violentando-a antes de se casarem. Ninlil foi até a presença dos grandes Anunnaki e clamou por justiça, e os mesmos decidiram punir Enlil, expulsando-o de Dilmun (o reino dos deuses), para habitar o reino da deusa Ereshkigal, Kurnugia, "A Terra do Não-Retorno".

Apesar de tudo, Ninlil amava Enlil, e acabou decidindo segui-lo até o submundo. A chegar diante dos três primeiros portões do reino de Ereshkigal, Ninlil encontrou-se com seus guardiões, que na verdade eram todos eles disfarces de Enlil. Sob esses disfarces, Enlil convenceu-a de que ela só poderia passar pelos portões se ela lhe cedesse favores amorosos. Ninlil logo percebeu quem os guardas eram de verdade, e então se relacionou sexualmente com eles, sendo fecundada e gerando posteriormente os deuses Ashnan, Ninazu, Nergal, Ninurta e Nanna.

Obrigado por sua visita! Se gostou da leitura, por favor deixe um comentário. Compartilhe nossas postagens nas redes sociais!

29 de julho de 2015

Lusca

۞ ADM Sleipnir


Lusca é um monstro marinho que teria aterrorizado no passado as águas do Caribe. Criptozoólogos sugeriram que ele seria um polvo gigante, muito maior do que os polvos gigantes do gênero Enteroctopus. Lusca é descrito como um emaranhando de tentáculos que consome tudo que toca os seus tentáculos mortais. Seus contos se assemelham aos do Kraken.

As lendas caribenhas dizem que Lusca reinava tranquilo entre os demais animais marinhos. Os mais crentes temiam o encontro de suas embarcações com essa armadilha mortal. Há quem diga que o monstro encontrou seu fim no ano de 1945, quando foi encontrada um pedaço de carcaça de um animal marinho gigantesco, semelhante a um polvo. Na época não existia preocupação em preservar a carcaça para posterioridade, sendo dividida e guardada como souvenir entre os nativos


Obrigado por sua visita! Se gostou da leitura, por favor deixe um comentário. Compartilhe nossas postagens nas redes sociais!
Ruby