12 de agosto de 2016

Melinoe

۞ ADM Sleipnir



Arte de Renato Caria

Melinoe (em grego: Μελινοε) é uma obscura deusa grega do submundo citada no Hino Órfico de nº71. Este hino é a única fonte literária que atesta sua existência.
"A Melínoe eu chamo, ninfa ctônia em cróceo véu,que junto à foz do Cocito deu à luz insignePerséfone, no sacro leito de Zeus Crônio;uniu-se a ela ludibriado Plutão com ardis astutos,ardoroso arrancou a dúplice pele de Perséfone.Ela enlouquece os mortais com nevoentos fantasmas,em estranhas imagens desvelando suas formas,ora às claras ora em sombras, noturno cintilarem encontros hostis nas trevas da noite.Vamos, Deusa, suplico-te, subtérrea rainha, envia o furor da alma para os confins da terra,benévola sacratíssima face revela aos iniciados."
-Tradução de Rafael Brunhara

De acordo com o hino, Melinoe é filha da deusa Perséfone, porém seu pai não era Hades, e sim Zeus, que se disfarçou como Hades para se deitar com ela. Melinoe  presidia as propiciações oferecidas aos fantasmas dos mortos. Durante a noite, ela vagava pela terra acompanhada por um séquito de fantasmas, espalhando medo e insanidade por onde quer que passasse.


fontes:
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10 de agosto de 2016

Enki

۞ ADM Sleipnir
Enki (ou Ea, para os acadianos)  é o deus das águas doces, da sabedoria e da criação na mitologia suméria. É um dos três deuses mais poderosos do panteão, juntamente com Anu e Enlil. A tradução comum de seu nome é "Senhor da Terra". O seu culto estava centrado na cidade de Eridu. Enki reside no oceano debaixo da terra chamado Abzu, que era um lugar importante na geografia cósmica mesopotâmica. Por exemplo, a cidade de Babilônia foi dita ter sido construída sobre Abzu.

Textos sumérios sobre Enki muitas vezes incluem retratos abertamente sexuais sobre sua virilidade. Em particular, há uma ligação metafórica entre as propriedades vivificantes do sêmen do deus e a natureza animadora da água fresca do Abzu, porém  muitos dos detalhes mais explícitos foram suprimidos em traduções modernas.

Genealogia

Enki era filho de Anu/An e Nammu. Ele nasceu juntamente com sua irmã/consorte Ereshkigal, quando as lágrimas de Anu caíram sobre as águas salgadas da deusa primordial Nammu. Além de Ereshkigal,  Damkina (ou Ninki) também costuma ser relacionada como consorte de Enkie dentre os filhos que teve com ele, se destaca o deus Marduk, que posteriormente se tornaria o rei dos deuses. Enki também teve relações e filhos com outras deusas, sendo pai da deusa Ninkurra (com sua filha Ninmu), e a deusa Uttu (com sua neta Ninkurra).



Iconografia

Enki é retratado na artes como um deus barbudo usando vestes longas e um chapéu cheio de chifres. De seus ombros jorram duas correntes de água, que representam os rios Tigre e Eufrates.Os símbolos de Enki incluem uma cabra e um peixe. Estes foram combinados posteriormente em um único animal, o Capricórnio, que se tornou um dos signos do zodíaco. Na astronomia suméria, Enki representava o planeta Mercúrio, conhecido por sua capacidade de mudar rapidamente, e sua proximidade com o sol.

Outro símbolo de Enki era a serpente, devido a sua participação na criação de Adamu entrelaçando as duas essências, dos deuses e dos homens, por este motivo há quem defenda que Enki seria também a serpente do Éden por um ato deliberado cometido contra uma de suas próprias criações onde nasce Adapa. Segundo os sumérios, é a partir de Adapa e não de Adamu que nasceram K-in e Aba-el (os bíblicos Caim e Abel) que eram irmãos gêmeos.

Mitos

Enki e Ninhursag

Enki e Ninhursag tiveram uma filha chamada Ninsar. Após Ninhursag abandoná-lo, Enki teve relações sexuais com Ninsar, que veio dar à luz a Ninkurra. Mais tarde, Enki também teve relações sexuais com Ninkurra, e esta deu à luz a Uttu. Enki então tentou de todas as formas seduzir Uttu. A jovem deusa consultou Ninhursag, que, furiosa com a natureza promíscua de seu ex-esposo, aconselhou-a a evitar as margens do rio e, assim, escapar de suas investidas.



Em outra versão da história, Enki consegue seduzir Uttu e ter relações sexuais com ela. Ninhursag retira o sêmen de Enki do ventre de Uttu e o derrama sobre a terra, onde sete plantas germinam rapidamente. Enki encontra as plantas e imediatamente começa a consumir os seus frutos. Assim, consumindo sua própria essência fértil, ele engravida e adoece com inchaços em sua mandíbula, dentes, boca, garganta, em seus braços, pernas e também em suas costelas. Os deuses não sabem o que fazer a respeito, já que Enki não tinha um ventre com o qual poderia dar à luz, então resolvem recorrer a Ninhursag.

Apesar de ainda aborrecida com seu ex-marido, Ninhursag volta atrás e concorda em desfazer a maldição, criando oito divindades para curar cada uma das oito enfermidades que ela o causara.

A confusão das línguas

No épico sumério "Enmerkar e o Senhor de Arata", um encantamento é pronunciado com uma introdução mítica indicando que Enki era o responsável por espalhar as línguas pelo mundo: 
"Era uma vez, não havia cobras, não havia escorpiões
Não havia hienas, não havia leões,
Não havia cães selvagens, não havia lobos,
Não havia medo nem terror,
O homem não tinha rival.
Era uma vez as terras Shubur e Hamazi,
A Suméria de língua harmoniosa, a grande terra das divinas leis dos principados,
Uri, a grande terra que tem tudo o que é próprio,
A terra Martu, que descansa em segurança,
O universo inteiro, o povo em uníssono,
A Enlil numa língua fizeram preces.
Mas então o senhor-pai, o príncipe-pai, o rei-pai,
Enki, o senhor da abundância, cujas ordens eram confiantes
Senhor da Sabedoria que vigia a terra,
Senhor dos deuses,
Senhor de Eridu, dotado de sabedoria
Nas suas bocas trocou as palavras, instalou a discórdia,
Na fala do homem que havia sido única."
Salvador da Humanidade

De acordo com a Tábua IX da Epopéia de Gilgamesh, Enki foi o deus que informou à Utnapishtim sobre a inundação que extinguiria a raça humana. Ao fazer isso, Enki provocou a ira de Enlil e os outros deuses, a fim de salvar a humanidade do dilúvio projetado pelos deuses para matá-los. Na lenda de Atrahasis - mais tarde adaptada em um trecho da Epopéia de Gilgamesh - Enlil se propõe a eliminar a humanidade, cuja superpopulação e o ruído resultante do seu acasalamento o incomodavam bastante. Enlil envia seca, fome e pestes sucessivamente para acabar com a humanidade, no entanto, Enki frustra os planos de seu irmão ensinando à Atrahasis os segredos da irrigação, celeiros e medicina. Enfurecido, Enlil convoca um concílio dos deuses e os faz prometerem não contar a humanidade que ele planejava sua aniquilação total. Enki não conta a Atrahasis diretamente, mas fala sobre plano de Enlil para as paredes da cabana de Atrahasis, através da qual naturalmente Atrahasis foi capaz de ouvir. Assim, ele secretamente salvou Atrahasis (Utnapishtim na Epopéia de Gilgamesh)  instruindo-o sobre como construir um barco para abrigar sua família e os animais.

Enlil fica furioso por seu plano ser frustrado mais uma vez, e aponta Enki como o culpado. Enki argumenta que Enlil foi injusto ao punir Atrahasis, inocente pelos pecados de seus companheiros, e faz Enlil prometer que os deuses não vão eliminar a humanidade se praticarem o controle da natalidade e viverem em harmonia com o mundo natural.



Enki e Inanna

Em um conto, Inanna visita Enki, o deus da sabedoria, e ganha dele o me, os poderes sagrados das leis que ele usou para estabelecer a ordem no mundo. Inanna havia ido a Eridu visitar Enki. Quando Inanna entrou no templo sagrado, Enki a recebeu com bolos, água fria para “refrescar o seu coração" e cerveja, e eles beberam juntos, à mesa do Céu.

Enki e Inanna brindaram e Enki, tendo exagerado na bebida, ofereceu a Inanna seu me. Quatorze vezes ele ergueu a taça e ritualmente ofereceu a Inanna quase cem de seus poderes, incluindo o alto-sacerdócio, o trono, a arte do amor, o domínio do poder e da verdade, a cessão dos julgamentos e a capacidade de descer ao Mundo Subterrâneo e ressurgir na Terra. A todos Inanna respondeu: “Aceito!" Em seguida, a bordo da Barca do Céu, navegou com o me rumo á sua cidade, Uruk.

Ouando os efeitos da cerveja se dissiparam, Enki pediu ao servo Isimud para trazer o me, mas Isimud disse: “O senhor o deu a Inanna.” Então, Enki enviou Isimud atrás de Inanna para trazer os poderes de volta, e quando Inanna se recusou a devolvê-los, ele enviou seis demônios terríveis para persegui-la. Inanna chamou sua serva Ninshubur para ajudá-la. Ninshubur cortou o ar com a mão e mandou os demônios de volta para Eridu. Com a ajuda da serva, Inanna conduziu a Barca do Céu até Uruk, onde houve festejos nas ruas quando Inanna colocou o me em seu templo sagrado. Enki percebe que foi enganado em sua arrogância e aceita um tratado de paz com Uruk.

Posteriormente, Inanna sai em uma viagem ao submundo para consolar sua irmã Ereshkigal, que está de luto pela morte de seu marido Gugalana, que havia sido morto pelos heróis Gilgamesh e Enkidu. No caso dela não voltar em três dias, ela pede a sua serva Ninshubur para obter ajuda ou de seu pai Anu, de Enlil ou de Enki. Como os três dias se passaram e Inanna não retornou, Ninshubur procura Anu, que apenas lhe diz que sua filha é forte e pode cuidar de si mesma. Já Enlil lhe disse estar ocupado demais para fazer algo pela deusa. Entretanto, Enki expressou preocupação com Inanna, e imediatamente envia seus demônios, Galaturra ou Kurgarra para resgatarem a jovem deusa.

Na história Inanna e Shukaletuda, Shukaletuda, o jardineiro enviado por Enki para cuidar da tamareira que havia criado, encontra Inanna dormindo debaixo da tamareira e acaba violentando-a enquanto dormia. Ao acordar, Inanna descobre que foi violada e busca punir o meliante. Shukaletuda busca a proteção de Enki. Ele aconselha Shukaletuda se esconder na cidade, onde Inana não será capaz de encontrá-lo. Eventualmente, depois de arrefecer sua raiva, Inanna também procura a ajuda de Enki, como porta-voz da assembléia dos deuses. Depois que ela apresenta seu caso, Enki vê que a justiça precisava ser feita e promete ajudar, entregando-lhe o conhecimento de onde Shukaletuda está se escondendo para que ela possa se ​​vingar .

O Roubo das Tábuas do Destino

O incompleto poema sumério "Ninurta e a tartaruga" conta como Enki criou uma tartaruga a partir da argila do Abzu para ajudá-lo a recuperar a Tábua do Destino, que controla o futuro da humanidade. A tabuleta havia sido roubada por um demônio-pássaro chamado Anzu, que acabou sendo derrotado pelo herói Ninurta. No entanto, Ninurta decidiu ficar com a tabuleta para si, em vez de devolvê-lo a Enki. Enki, sempre astuto, frustrou as ambições de Ninurta, criando uma tartaruga que agarrou Ninurta pelo calcanhar, cavou um buraco com suas garras e arrastou o herói ambicioso para dentro ele. Embora a história seja incompleta, provavelmente a tabuleta foi devolvida a Enki, e Ninurta aprendeu uma lição valiosa sobre a natureza corruptora do poder.



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8 de agosto de 2016

Bean nighe

۞ ADM Sleipnir


Bean nighe ("mulher lavadeira" em gaélico, plural: Mnathan nighe) é uma espécie de fada dos folclores celta, irlandês e escocês, considerada um presságio de morte. De acordo com as lendas, pode ser encontrada á beira de rios e córregos, se lamentando, chorando e lavando peças de roupas sujas de sangue, pertencente ás pessoas que estão prestes a morrer. 

Acredita-se que as Mnathan nighe sejam espíritos de mulheres que morreram ao dar a luz, e que foram condenadas á dar presságios de morte até o tempo no qual morreriam naturalmente, caso não tivessem morrido ao dar a luz.


Mnathan nighe são normalmente descritas como sendo velhas senhoras bem baixinhas, possuindo apenas uma narina, um dente da frente bem grande, dedos dos pés com barbatanas, enormes seios caídos, e vestindo roupas verdes ou brancas. Elas costumam colocar seus enormes seios murchos atrás das costas e voltar á colocá-los de novo em sua frente após terminar de lavar as roupas. Segundo o folclore, se alguém se aproximar dela bem devagar enquanto lava as roupas e conseguir pegar um de seus seios e sugá-lo, essa pessoa pode pedir á ela para ser seu filho adotivo, o que significa que poderá ter um desejo realizado por ela. Uma maneira de descobrir de quem é a roupa que ela está lavando, é se aproximar dela com cuidado e perguntar educadamente.

Embora geralmente apareça como uma velha horrenda, a Bean nighe também pode se manifestar como uma bela jovem quando lhe convém, tanto quanto faz o seu homólogo irlandês do sídhe feijão.


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5 de agosto de 2016

Polevik & Poludnitsa

۞ ADM Sleipnir



Polevik (ou Polevoi; de pole, "campo") é um espírito eslavo dos campos e planícies, cuja natureza pode ser tanto benigna quanto maligna. Ele normalmente auxilia as culturas nos campos, garantindo que as colheitas sejam bem sucedidas, porém se volta contra qualquer um que atrapalhe o seu trabalho e a colheita.

A aparência de um Polevik varia consideravelmente conforme a sua localização geográfica. Em Belozersk e nas regiões de florestas ao norte da Rússia, ele é descrito como um homem vestido de branco. Já na província de Yaroslavl, ele descrito como um anão velho e bastante feio. Na província de Orel, ele é descrito como um anão negro como a terra, com a cabeça coberta com grama verde, e não usa nenhuma roupa. Na província de Tula ele bastante parecido com outro espírito eslavo, o Leshy. Às vezes, seus olhos possuem cores diferentes um do outro. Sua pele e cabelo espelham o solo e a vegetação dos campos, e sua altura aumenta e diminui com as culturas.



Poleviks podem ser vistos nos campos principalmente ao meio-dia, e enquanto trabalham, não gostam de encontrar com ninguém em seu caminho. Ao encontrar alguém andando pela colheita, eles fazem com que a pessoa se perca em meio as plantações, e podem até mesmo causar-lhe doenças. Se encontram alguém dormindo em meio ao campo, a lenda diz que eles o estrangulam.

Poleviks também são excelentes cavaleiros, e andam a cavalo através dos campos a uma velocidade vertiginosa, atropelando qualquer um que estiver em seu caminho. 

Apaziguar a fúria de um Polevik requer uma oferenda composta por dois ovos, um galo, um sapo e um corvo, colocados em uma vala quando ninguém está olhando. Observâncias tradicionais também devem ser seguidas, e recomenda-se que ninguém trabalhe ao meio-dia.

Poludnitsa 


O equivalente feminino do Polevik, que às vezes o substitui por completo nas lendas, chama-se Poludnitsa ou Poludnica ("senhora do meio-dia"). Era geralmente é descrita como uma mulher alta e bela, toda vestida de branco. Na Sibéria, ela é descrita como uma velha senhora de cabelos encaracolados vestida em trapos, enquanto que na região da Morávia, ela é descrita possuindo cascos de cavalo no lugar dos pés. No verão, durante a época da colheita, ela caminha através dos campos, protegendo os grãos. Se ela vê alguém trabalhando ao meio-dia, ela o puxa pelos cabelos violentamente, torce sua cabeça, e quebra os seus ossos. Outras vezes, ela faz perguntas aos trabalhadores sobre a colheita, decapitando aqueles que não conseguem responde-las corretamente. Ela também faz com que pessoas, principalmente crianças, se percam em meio as colheitas.

Com o advento do cristianismo, Poleviks e Poludnitsas foram transformados em meros monstros, cujas histórias são usadas ​​para assustar as crianças e mantê-las longe dos campos de milho.


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3 de agosto de 2016

Dingonek

۞ ADM Sleipnir


Dingonek, apelidado de "Morsa das Selvas" é um criptídeo supostamente avistado por um explorador africano chamado John Alfred Jordan, no ano de 1907 em meio a uma expedição numa floresta no Congo. O mesmo descreveu a criatura como tendo de 3 a 5 metros de comprimento, corpo escamoso, uma cauda de escorpião e caninos como os de uma morsa.

Na ocasião do suposto avistamento, John alegou ter atirado na criatura, mas o tiro não teria lhe causado nenhum ferimento, somente deixando-a muito irritada. Não existem maiores informações além desse relato, entretanto, a floresta do Congo é muito conhecida por possuir áreas ainda inexploradas e vários relatos de criaturas estranhas, como o Mokele-Mbembe. Por isso, criptozoólogos não descartam a possibilidade da existência de criaturas como o Dingonek na região, mas muitos acreditam que trata-se "apenas'" de uma espécie de dinossauro que se adaptou à extinção dos dinossauros e continua vagando pela Terra.


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1 de agosto de 2016

Fucanglong


Fucanglong (chinês simpl: 伏藏龙; chinês trad: 伏藏龍; "Dragão do Tesouro") ou Fu-ts'ang-Lung (Wade-Giles) é uma espécie de dragão subterrâneo originária da mitologia chinesa. De acordo com as lendas, Fucanglongs são dragões guardiões de enormes riquezas e tesouros, tanto naturais quanto feitos pelo homem, que se encontram enterrados no subterrâneo. Dentre estes tesouros, o mais precioso é uma pérola mágica que eles guardam entre suas garras.

Fucanglongs são obcecados por seus tesouros, e os protegem com suas vidas. Na eventualidade de alguém derrotar um Fucanglong na tentativa de possuir o seu tesouro, ele tentará destruí-lo, de modo que se ele não puder tê-lo, ninguém terá.

Algumas histórias afirmam que os vulcões são formados quando um Fucanglong rompe o solo ao ir em direção aos céus.



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Ruby