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- Âmbar - segundo a teoria de Jürgen Spanuth, que localizava a Atlântida no Mar do Norte e a relacionava a uma ilha conhecida pelos antigos como Basiléia, que teria sido uma fonte de âmbar (leia mais em Atland: Spanuth;
- Obsidiana - segundo a teoria de Christian M. Schoppe e Siegfried G. Schoppe, que localiza a Atlantida no Mar Negro (leia Atlântida no século XXI);
- Tumbaga - liga natural de ouro e cobre encontrada nos Andes, segundo a teoria de Jim Allen que localiza a Atlântida junto ao lago Poopó, na atual Bolívia (leia Atlântida no século XXI);
- Alumínio - especulação de alguns dos que propõem uma Atlântida tecnologicamente avançada, visto que a produção desse metal exige o domínio da energia elétrica em grandes quantidades.
- Homero - um hino homérico a Afrodite menciona brincos de oricalco;
- Hesíodo - no épico O Escudo de Héracles, do qual só restam fragmentos, Héracles põe grevas (armaduras para as pernas) de oricalco, que lhe foram presenteadas por Hefesto;
- Platão - menciona o oricalco no diálogo Crítias, como um metal usado na Atlântida. Depois do ouro, era o segundo metal mais precioso para os atlantes, que também conheciam a prata, o estanho, o cobre. A muralha externa da acrópole central da capital era coberta de oricalco, "que brilhava como fogo". O teto do grande templo de Posêidon e Cleito no centro da cidade era de marfim enfeitado com ouro, prata e oricalco e todo o resto das paredes, colunas e do chão era coberto de oricalco. Eram também de oricalco o pilar do templo no qual eram inscritas as leis de Atlântida e ante o qual era sacrificado o touro na cerimônia que reunia os reis de Atlântida a cada cinco ou seis anos;
- Virgílio - diz na Eneida que o peitoral de Turnus, rei dos rútulos e inimigo de Enéias, era feito de "ouro e oricalco branco";
- Flávio Josefo - o historiador judeu diz, nas Antiguidades Judaicas, que os vasos do Templo de Salomão eram feitos de oricalco;
- Plauto - em uma comédia intitulada Miles Gloriosus (O Soldado Fanfarrão), um dos personagens diz: "Por minha fé, os seus modos mostram realmente marcas de nascimento de primeira classe. Me ache três homens de tais modos que aposto igual peso em auricalco.";
- Pausânias - ao mencionar Corinto em sua Descrição da Grécia, diz que as palavras do ritual dos mistérios de Lerna eram escritas em dórico, em um coração de oricalco;
- Plínio, o Velho - na História Natural (capítulo 34) diz que o oricalco era um minério de cobre superior à calchitis de Chipre, que foi muito demandado por muito tempo, devido à sua excelente qualidade, mas se esgotara e há muito não se encontrava. Logo em seguida, porém, diz que o minério que em seu tempo era mais estimado era o mariano ou cordobano, que depois do liviano (da Gália), já quase esgotado em seu tempo, era o que melhor absorvia a cadmia "e se torna quase tão excelente quanto auricalco para fazer sestércios e dupôndios", enquanto o cobre de Chipre era usado para fazer os ases (moedas de valor inferior). Sestércios (2½ ases) e dupôndios (2 ases) eram comprovadamente feitos com latão de 80% de cobre e 20% de zinco, liga que nesse tempo valia o dobro de seu peso em cobre puro. Cadmia era, portanto, um minério de zinco (embora o zinco metálico não fosse conhecido dos romanos);
- Cícero - usa a expressão "estanho e oricalco por ouro e prata", dando a entender que o oricalco era semelhante ao ouro, mas inferior, assim como o estanho à prata;
- Pseudo-Aristóteles - o autor de De mirabilibus auscultationibus ("Sobre coisas maravilhosas que foram ouvidas"), tratado atribuído a Aristóteles, mas provavelmente de algum filósofo aristotélico dos séculos III a.C. ou II a.C., descreve o oricalco como um metal brilhante obtido da fusão do cobre com a adição de calmia, um tipo de terra encontrado nas costas do Mar Negro. O nome de calmia foi mais tarde dado a minério contendo óxido de zinco; neste caso, portanto, o oricalco pode ser inequivocamente identificado com o latão, liga de cobre e zinco.
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Simplesmente informações sensacionais! Parabéns aos ADMs dessa página, enfim, desse blog como um todo!
ResponderExcluirSleipnir: Muito Obrigaado!
ExcluirSó não entendi o porquê ser ter uma página deste metal em um blog de mitos, uma vez que este metal iem sua existência comprovada como o latão.
ResponderExcluirUma referência desse material na mídia contemporânea pode ser vista em animes como Cavaleiros do Zodíaco e Yu-Gi-Oh aqui um link que mostra isso: http://googleweblight.com/?lite_url=http://pt-br.saintseiya.wikia.com/wiki/Oricalco&ei=AmaXX9te&lc=pt-BR&s=1&m=203&host=www.google.com.br&ts=1462806443&sig=APY536wD5pfC4-fS4zrZjdfigDNHNP2UsQ
ResponderExcluirBem lembrado caro Adrilennon! Obrigado pela contribuição!
ExcluirDe acordo com Cavaleiros do Zodiaco, o Oricalco deste mundo (cdz) é capaz de dar um poderosissimo up que torna os generais marinas extremamente mais poderosos que cavaleiros de ouro. (isso no meu entendimento) O que depois de ler esta matéria, perde muito de seu significado.
ResponderExcluirKurumada não manja muito de química
ExcluirNa verdade tanto as armaduras de ouro quanto às escamas são feitas de oricalco, a diferença é que as armaduras de ouro também possuem gamanio e pó de estrelas as tornando mas resistentes.
ExcluirPrezados O Oricalco mencionado conhecido hoje como latão é antigo objeto de pesquisas de alquimia e radiestesia, e é a principal liga do "U" (equivalente geométrico e energético da pirâmide de Queops" do Método Kovacsik que a meu ver é o único tratamento realmente eficiente para o tratamento e cura do câncer. O cãncer é originado por radiações oriundas do subsolo e o Método kovacsik é um tratamento que usa a radiestesia para anular estas radiações e equilibrar e promover a cura do organismo de quem tem câncer. Giovani Blumenau/SC
ResponderExcluirExcelente texto ! Farei algumas reflexões.
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