Binangenang é uma criatura semelhante a um cavalo pertencente ao folclore da ilha de Luzon, nas Filipinas. Dita viver próxima a região do ativo vulcão Pinatubo, o Binangenang pode ser reconhecido pelas chamas que possui no lugar da crina, indo do topo da cabeça até sua cauda. Ele costuma ser retratado como um ser quadrupede, como um cavalo comum, ou como um bípede, o que o assemelha a outra criatura equina do folclore filipino, o Tikbalang.
De acordo com o folclore, ver o Binangenang é um sinal de mau agouro. Dizem que ele traz más notícias, doenças e morte sobre aqueles que testemunham sua presença.
Agropelter (também conhecido como Argopelter, Anthrocephalus craniofractens) é uma criatura pertencente ao folclore lenhador norte americano, dita habitar árvores ocas das florestas de coníferas do Maine ao Oregon. Uma criatura extremamente territorial, o Agropelter não tolera que ninguém entre em seu domínio ou cruze o seu caminho. Se alguém se aproxima o suficiente, ele arranca lascas de madeira e galhos das árvores e os arremessa contra o intruso. Ele também pode arremessar pinhas, frutas e até mesmo ninhos de pássaros.
Algumas fontes afirmam que seu ataque não é mortal, sendo usado somente para espantar os intrusos e impedi-los de chegarem mais perto. Outras fontes porém afirmam não só que seu ataque é mortal, perfurando ou esmagando seu alvo, como até hoje só ouve um sobrevivente de seu ataque: um homem chamado Big Ole Kittelson, que afirmou somente ter sobrevivido porque o galho atirado pelo Agropelter estava podre e se espatifou assim que atingiu sua cabeça. Aliás, é de Big Ole Kittelson a única descrição obtida da criatura, uma vez que ela é rápida o suficiente em seus ataques, sendo praticamente impossível de ser vista. Ole afirmou que enquanto fugia, virou para ver o que o havia atacado, e conseguiu avistar uma criatura semelhante a um macaco, com um corpo esguio e braços longos como se fossem chicotes.
Vine (também Viné, Vinea ou Vin) é de acordo com a demonologia um grande rei e conde do inferno, possuindo trinta e seis (ou dezenove, de acordo com oDictionnaire Infernal) legiões de demônios sob o seu comando. De acordo com a Goetia, ele é o 45º dentre os 72 espíritos de Salomão.
Quando invocado, Vine aparece diante de seu invocador primeiramente como um leão montado em um cavalo preto e trazendo uma víbora em uma das mãos. Posteriormente, ele assumirá uma aparência humana se solicitado por seu invocador.
Vine é invocado por sua capacidade de revelar coisas escondidas, expor bruxas e responder perguntas sobre o passado, presente e futuro. A pedido de seu invocador, ele pode erguer fortalezas, destruir edificações e controlar tempestades no mar.
Selo de Vine
Cultura Popular
Assim como outros espíritos goetianos, Vine aparece na franquia de jogos Shin Megami Tensei;
No anime/light novel Shakugan no Shana, Vine é um Jaeger da organização Bal Masqué e um subordinado de Bel Peol, cujo verdadeiro nome é "olhos vidrados" (琉眼, Ryūgan) . Ele foi encarregado de impedir a sucessão do "Caçador de Olhos Ardentes de Cabelos Flamejantes", o que ele não conseguiu fazer, custando-lhe a vida.
Em Mairimashita! Iruma-kun, Vine Garson é um estudante do primeiro ano da Escola de Demônios Babyls, e um dos 26 calouros mais bem classificados em seu ano;
A Fonte do Tambiá é uma fonte localizada no Parque Arruda Câmara (popularmente conhecido como Bica), em João Pessoa, Paraíba. Um dos patrimônios históricos mais importantes da cidade, ela foi construída no ano de 1782 com o objetivo de canalizar as águas a serviço da população, e desde então foi alvo de várias obras de reparo e restauração, sendo talvez uma das mais significativas a ocorrida em 1922, quando a área em torno desta foi transformada no Parque Arruda Câmara, que recebeu seu nome em homenagem ao renomado botânico paraibano. Em 1941, foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
A origem desta fonte está associada a uma lenda indígena que narra o confronto entre duas tribos rivais: os Cariris e os Tabajaras. Segundo a lenda, certo dia um valente guerreiro cariri chamado Tambiá desceu a Serra da Copaoba (Borborema) rumo ao litoral paraibano, decidido a guerrear contra os Tabajaras. Após um combate violento, Tambiá acabou sendo derrotado, além de ter sido seriamente ferido. Os Tabajaras o levaram ainda vivo para sua aldeia, e lá o cacique da tribo decretou que Tambiá deveria ser executado. Para a surpresa do cacique, sua própria filha (chamada Aipré) havia se apaixonado por Tambiá, e intercedeu em seu favor pedindo repetidamente ao seu pai que a deixasse cuidar de suas feridas.
O cacique tabajara acabou acatando o pedido da filha, mas embora ela tenha dedicado seu tempo e esforço em tratar dos ferimentos de Tambiá, os mesmos eram bastante graves e acabaram levando-o a morte. Aipré chorou e lamentou a morte de seu amado por cinquenta luas, e segundo a lenda, suas lágrimas formaram a fonte que recebeu o nome do valente guerreiro cariri. Dizem que o lamento de Aipré ainda pode ser ouvido no local nos dias de hoje, mas somente por aqueles com os ouvidos mais atentos.
Arte de Rodrigo Viany (Sleipnir)
Variações da lenda
Uma variação da lenda substitui os Tabajaras pelos Potiguaras. Já outra diz que após a batalha, os Tabajaras seguiram uma tradição onde concedem ao inimigo uma "esposa de morte" (uma mulher que irá cuidar do mesmo até o momento de sua breve morte). Aipré foi a escolhida, e embora sua obrigação fosse somente cuidar dos ferimentos do moribundo Tambiá, ela acabou se apaixonando por ele.
A Mulher Alada Brilhante do Vietnã é uma misteriosa criatura humanóide cujo avistamento único foi relatado numa noite de agosto de 1969 por três soldados americanos que serviam no corpo de fuzileiros navais perto de um bunker em Da Nang, uma cidade da costa centro-sul do Vietnã. O caso foi investigado pelo ufólogo americano Don Worley (1921-2018), que entrevistou uma das testemunhas, Earl Morrison, e atestou que ele era um "observador confiável". Essa entrevista ocorreu em 1972, três anos após o ocorrido, e embora Earl ainda se sentisse desconfortável em falar sobre o assunto, acabou relatando a Don todos os detalhes possíveis do que ocorreu naquele dia.
Earl relatou que ele e seus companheiros fuzileiros estavam sentados em cima do bunker, quando de repente olharam para o céu e viram a estranha criatura voando em sua direção. Ele a descreveu como uma figura feminina, alada e com uma pele negra como breu. Seus cabelos eram escuros e lisos, e suas asas possuíam uma leve pelugem. Seus braços pareciam não ter ossos. A criatura tinha ainda um leve brilho esverdeado ao redor de todo o seu corpo. Earl e seus amigos a observaram sobrevoar o local por um tempo, chegando a cobrir a lua com suas enormes asas, até desaparecer.
Após o ocorrido, eles contaram aos seus superiores e demais colegas sobre o que haviam visto mas ninguém acreditou neles. Alguns inclusive pensaram que eles apenas estivessem sob o efeito de álcool ou drogas. Ainda naquela noite, eles e entraram em contato com um posto próximo e perguntaram se eles haviam visto alguma coisa estranha no céu, mas receberam uma negativa e então decidiram não dizer mais nada sobre o assunto.
Sinmara é uma giganta da mitologia nórdica, geralmente considerada por alguns estudiosos uma consorte de Surtur, jotunn de fogo e senhor de Muspelheim, enquanto outros teorizam que ela seja esposa do sábio Mimir. Sinmara é atestada apenas no poema Fjölsvinnsmál, onde ela é mencionada ao lado de Surtr em uma estrofe (emendada), e descrita como guardiã da lendária arma Laevateinn em uma passagem posterior.
O poema Fjölsvinnsmál é uma busca nupcial, na qual o herói Svipdagr finalmente ganha entrada no palácio que abriga sua pretensa noiva Menglöð. Svipdagr (sob o pseudônimo Vindkaldr) faz perguntas ao vigia Fjölsviðr e reúne informações sobre o palácio. Ele descobre que os cães de guarda do mesmo só podem ser distraídos com a carne do galo Vidofnir. Ele também descobre que tal carne só poderia ser obtida através do uso da Laevateinn, guardada por Sinmara. Fjölsviðr informa a Svipdagr que ele deveria levar uma "foice brilhante" (que nada mais era que uma pena das asas de Vidofnir) em uma bolsa e entregá-la a "deusa do ouro" (Sinmara). Dessa forma, Svipdagr acabou esbarrando em um paradoxo insuperável, pois a pena de Vidofnir não podia ser obtida sem a Laevateinn, e sem a pena, Sinmara não entregaria a arma a ele.
O linguista e filósofo norueguês Hjalmar Falk (1859-1928) afirmou que Sinmara provavelmente não é outra senão Hel, filha do deus trapaceiro Loki. Ele chamou atenção ao fato de que Sinmara é especificamente chamada de hin fölva gýgr ("a giganta pálida") no Fjölsvinnsmál, assim como o poeta romano clássico Virgílio fala de Orcus, um deus do submundo na mitologia romana, e que Hel é azul ou meio azul e meio clara como a deusa romana Proserpina, a quem o historiador Saxo Grammaticus iguala a Hel em sua obra Gesta Danorum.
Falk observou ainda que Sinmara é referida como aurglasis Eirr, que ele traduziu como "a deusa do anel de ouro", e comparou com Hel sendo chamada de Gjallar sunnu gátt ("portador do colar") na estrofe 9 do poema Hrafnagaldr Óðins (também conhecido comoForspjallsljóð).
Cultura Popular
Sinmara aparece em Dawn of Ragnarök, expansão do game Assassin's Creed: Valhalla.
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Bulgasari(hangul: 불가사리, hanja: 不可殺이 ou 火可殺이, mandarim:不可殺, "Impossível de matar") é uma criatura pertencente ao folclore coreano e também conhecida na China, descrita como uma besta quimérica comedora de ferro, também capaz de devorar pesadelos e destruir o vírus da varíola. Sua aparência costuma variar de uma localidade para a outra, mas geralmente costuma ser descrita e retratada como possuindo o corpo de um urso, as pernas de um tigre, a cauda de uma vaca, a crina de um leão, a cabeça de um elefante e os olhos de um rinoceronte.
Como o significado de seu nome deixa claro, um Bulgasari é invencível, e impossível de ser morto. O Songnamjapji (松南雜識, "Escritos Diversos de Songnam"), da dinastia Joseon, registra uma história sobre uma ocasião em que o governo emitiu uma ordem para prender todos os monges budistas, que por sua vez fugiram de seus templos buscando evitarem sua captura. Um dos monges foi à casa de sua irmã e lhe pediu abrigo e ela deixou que ele se escondesse em um armário. Porém, enquanto o monge estava escondido lá, a irmã sugeriu ao marido que o denunciasse às autoridades em troca de uma boa recompensa.
Enfurecido com o plano de sua esposa de vender seu próprio irmão, matou-a e libertou o monge. Enquanto esteve trancado dentro do armário, o monge confeccionou uma pequena e grotesca criatura feita com grãos de arroz cozidos no vapor e a alimentou com pequenas agulhas. Surpreendentemente, a criatura continuou comendo mais agulhas e continuou crescendo, e quando não havia mais nada para comer na casa, ela saiu e passou a comer qualquer tipo de sucata de metal que encontrava pelo caminho, crescendo cada vez mais.
Na tentativa de por um fim na criatura, o governo reuniu vários soldados e ordenou que atirassem nela com flechas e golpeassem-na com espadas, mas nenhum desses ataques obteve êxito. Finalmente, eles tentaram por um fim à criatura incendiando-a, mas ela continuou a caminhar pela aldeia com o seu corpo tomado pelas chamas, destruindo assim todas as casas que encontrou pelo caminho. Em algumas variações da história, o monstro é morto por um eminente monge.
Berith (também Balberith, Baalberith, Beal, Belfry, Bofi, Bolfri, Elberith) é de acordo com a demonologia um anjo caído, anteriormente pertencente à ordem dos Querubins, e agora ranqueado como um grande duque do inferno, possuindo vinte e seis legiões de demônios sob o seu comando. De acordo com a Goetia, ele é o 28º dentre os 72 espíritos de Salomão. Seu nome origina-se de Baal Berith, uma divindade adorada em Siquém, na antiga Canaã, de acordo com a Bíblia.
Quando invocado, Berith aparece diante de seu invocador como um homem usando uma coroa de ouro, vestindo um traje vermelho e montando um cavalo da mesma cor. Ele fala com uma voz clara e sutil, acompanhado por uma orquestra. Assim como ocorre com Beleth, ao invocá-lo deve-se estar usando um anel de prata e segurá-lo contra o próprio rosto.
Selo de Berith
Berith conhece eventos passados, presentes e futuros, e responderá com sinceridade a perguntas sobre eles. Deve-se notar, no entanto, que Berith está mentindo se está falando e não respondendo a uma pergunta feita a ele; além disso, seu conselho pode não ser confiável. Ele também pode concede ao seu invocador dignidades, feitiços de amor e também uma bela voz cantante. Ainda, Berith possui o dom de transformar qualquer metal em ouro, motivo pelo qual ele é conhecido como o "demônio dos alquimistas".
Assim como outros espíritos goetianos, Berith aparece na franquia de jogos Shin Megami Tensei, aparecendo também em Final Fantasy XI Online;
No jogo de RPG Dungeons & Dragons , Beherit era o ex-governante da Sexta Camada do Inferno , mas foi destruído por Asmodeus por desobedecer "restrições à elevação de demônios";
No anime e mangá Berserk, um behelit é um item que pode invocar os membros da Mão de Deus, que concederão ao usuário o desejo de seu coração ao custo do que ele mais ama. O behelit mais raro, o Ovo do Rei, é de cor carmesim;
Berith é mencionado em "Final Six", música presente no álbum Christ Ilusion, da banda de thrash metal Slayer;
No TCG Battle Spirits, há um Spirit Card chamado The HellFencer Berith.