15 de outubro de 2012

As Linhas de Nazca

۞ ADM Lenneth

As Linhas de Nazca são geóglifos e linhas direitas no deserto Peruano. Foram feitas pelo povo Nazca, que floresceu entre 200 a.C. e 600 d.C. ao longo de rios que desciam dos Andes. O deserto estende-se por mais de 1.400 milhas ao longo do Oceano Pacifico. A área de Nazca onde se encontram os desenhos é conhecida pelo nome de Pampa Colorada. Tem 15 milhas de largura e corre ao longo de 37 milhas paralela aos Andes e ao mar.


Elas começaram a ser conhecidas, quando as pessoas começaram a viajar de avião sobre a área por volta de 1920, e viram esses estranhos desenhos gravados no chão.  As Linhas de Nazca representam figuras de animais como mamíferos, insetos, pássaros, humanoides e pistas de aterrissagem, além de deuses. Os desenhos são tão grandes - alguns chegam a medir 300 metros de comprimento - que só podem ser vistos do alto, quando se sobrevoa a região.

Calcula-se que as figuras tenham sido criadas entre os séculos III a.C. e VIII.


Nos anos 60, foi lançado um livro “Eram os deuses astronautas?”, escrito por Erich Von Däniken, ele dizia que as Linhas de Nazca tinham sido feitas por astronautas alienígenas, que eram considerados divindades pelos antigos povos. Era muito difícil imaginar que desenhos tão brilhantes pudessem ser feitos por uma tecnologia tão rudimentar.Imagina-se que as linhas de Nazca formam um aeroporto (ou astro-porto) para naves extraterrestres.

Possivelmente essas figuras tinham uma função ritual, vinculada à astronomia.

Meio a tantas teorias, arqueólogos dizem que o povo Nazca criou figuras tão grandes para que pudessem ser vistas por seus deuses no céu.

A cerca de 460 quilômetros da capital peruana, um dos maiores mistérios da humanidade permanece vivo.


Livro de Ezequiel:
“(…) Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuas labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía à semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; (…) E os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança dum raio. Ora, eu olhei para os seres viventes, e vi rodas sobre a terra junto aos seres viventes (…). O aspecto das rodas, e a obra delas, era como o brilho de crisólita; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e era o seu aspecto, e a sua obra, como se estivera uma roda no meio de outra roda. Andando elas, iam a qualquer das quatro direções sem se virarem quando andavam. Estas rodas eram altas e formidáveis; e as quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor. E quando andavam os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e quando os seres viventes se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas. (…) E quando eles andavam, eu ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, o ruído de tumulto como o ruído dum exército…”.

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