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| Arte de tealines |
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| Turan e Atunis em um antigo espelho etrusco |
Turan
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| Arte de tealines |
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| Turan e Atunis em um antigo espelho etrusco |
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Dhinnabarrada
۞ ADM Sleipnir
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| Arte de ABSOLUTEUNIT |
Os Dhinnabarrada são uma raça de criaturas humanóides pertencentes ao folclore do povo aborígene Kamilaroi/Gamilaraay da Austrália. Eles são descritos como seres com um corpo humano, com exceção de suas pernas e pés que são de um emu (uma ave endêmica australiana, semelhante a um avestruz).
As fontes sobre essas criaturas são escassas. As poucas que os citam afirmam que eles vivem como uma tribo e que nunca se movem sozinhos de um lugar para outro, sempre reunidos em pelo menos um pequeno grupo. Também se alimentariam basicamente de larvas e utilizam bumerangues feitos com madeira extraída de árvores gidyer.
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| Arte de John Rozum |
fonte:
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Ikuchi
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| Arte de David Aravena |

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Avistamento Alien de Cussac
۞ ADM Sleipnir

O Avistamento Alien de Cussac foi um suposto avistamento extraterrestre ocorrido no dia 29 de agosto de 1967, na comuna francesa de Cussac. As testemunhas desse avistamento foram duas crianças, François Delpeuch e Anne-Marie Delpeuch, na época respectivamente com 13 e 9 anos.
De acordo com o relato das crianças à polícia, elas observavam vacas pastando em um campo, quando de repente avistaram uma nave prateada, brilhante e de forma esférica, com cerca de 4 metros e meio de diâmetro. A nave estava pousada sobre o campo, enquanto quatro pequenos seres humanoides estavam ao seu redor. Um dos seres estava curvado, aparentemente ocupado com algo no chão, e outro segurava um objeto parecido com um espelho. Os quatro seres eram completamente negros, e emitiam um brilho que fez François compará-lo ao brilho da seda. As crianças não conseguiram distinguir se a cor deles era de sua pele ou se usavam algum tipo de traje. Seus braços eram um pouco longos e finos, e não pareciam possuir mãos como as mãos humanas. Já suas pernas eram curtas e finas, e suas cabeças pareciam ter proporções normais em relação ao corpo, mas o crânio, o nariz e o queixo eram igualmente pontudos.

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| Publicação do caso no A.P.R.O. Bulletin em 1968 |
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Arkan Sonney
۞ ADM Sleipnir
| Arte de Emily Oinen |
Arkan Sonney ("ouriço sortudo" ou "porquinho farto" na língua manesa) é uma espécie de fada pertencente ao folclore da Ilha de Man. Geralmente descrito como um ouriço de pelagem branca, o Arkan Sonney é descrito na obra "Contos de Fadas da Ilha de Man" (1951), de Dora Broome, descrito como tendo olhos e orelhas vermelhas, e tendo a capacidade de alterar seu tamanho, mas não sua forma. Muitas vezes, artes da criatura o retratam com um par de asas.
Arkan Sonney evitam o contato com seres humanos, por isso avistá-los é tido como um bom presságio. Dizem que eles trazem boa sorte para aqueles que conseguem capturá-los; além disso, dizem também que o sortudo sempre terá uma moeda de prata em seu bolso.
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| Arte de Traci Shepard |
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Paoxiao
۞ ADM Sleipnir

Paoxiao (Páo xiāo, chinês: 狍鸮) é uma criatura pertencente à mitologia chinesa, descrita no Shan Hai Jing (chinês 山海經, "Clássico das Montanhas e Mares") como sendo semelhante a uma cabra, porém possuindo um rosto e mãos humanas. Em sua boca, o Paoxiao possuí dentes semelhantes aos de um tigre, e seus olhos não estão localizados em seu rosto, mas sim atrás de suas axilas.
Dito habitar o Monte Gouwu, o Paoxiao é uma besta devoradora de homens, e para atraí-los até o seu covil reproduz sons semelhantes aos de um bebê chorando.
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| Arte de yuyulin |
Comparações com o Taotie
O historiador Guo Pu (chinês: 郭璞; 276–324) equiparava o Paoxiao ao Taotie (chinês 饕餮) uma antiga criatura mítica pertencente aos Quatro Perigos (chinês: 四凶, Si Xiong), um grupo de 4 seres malévolos antagonistas aos Quatro Deuses Celestiais. Geralmente representado em vasos de bronze como uma cabeça sem um corpo, o Taotie representa a gula e a ganância, e seu apetite é tão grande que o fez devorar seu próprio corpo. No entanto, as características do Paoxiao diferem das decorações em vasos e esculturas antigas de bronze, que os estudiosos convencionalmente chamam de "máscaras de Taotie", o que torna a equiparação de Guo Pu questionável.
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| Taotie |
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Vuokho
۞ ADM Sleipnir

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| Arte de nicili |
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Maikubi
۞ ADM Sleipnir
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| Arte de Jonathan Hamers |
Maikubi ou Mai-kubi (japonês 舞首 ou まいくび, "cabeças dançantes") é um yokai do folclore japonês, mais precisamente do folclore da cidade de Manazuru, na prefeitura de Kanagawa. Ele é descrito como um trio de cabeças decepadas que aparecem flutuando na superfície da Baía de Sagami durante a noite.
Segundo a lenda contada no quinto volume do Ehon Hyaku Monogatari (絵本百物語, Livro Ilustrado de Cem Histórias), ilustrado por Takehara Shunsensai, em certa ocasião durante a era Kangen (1243-1247), três samurais chamados Kosanta, Matashige e Akugorō estiveram em Manazuru participando de um festival. Após exagerarem no saquê, os três ficaram completamente bêbados e perderam o controlem, até que começaram a discutir entre si. A discussão ficou tão séria que evoluiu ao ponto deles desembainharem suas espadas e iniciarem um combate.
Akugorō decapitou Kosanta e perseguiu Matashige enquanto este tentava fugir. Durante a perseguição, Akugorō tropeçou. Matashige aproveitou a situação para dar meia-volta e matar seu perseguidor, porém Akugorō levantou a tempo e respondeu ao ataque. Akugorō e Matashige se golpearam ao mesmo tempo decapitando um ao outro. As cabeças dos três samurais rolaram e caíram no mar. No entanto, a morte não resolveu o conflito entre eles. Suas cabeças flutuaram até a superfície do mar e começaram a se morder e cuspir fogo umas nas outras, ficando presas em um combate eterno.
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| Arte de Fukunaga |
Cultura Popular
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| Maikubi em GeGeGe no Kitarō |
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